ACIP- Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas- Pa

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ACIP e CDL irão solicitar providências do Ministério Público sobre possíveis abusos de loteadoras

O município de Parauapebas conta atualmente com dezenas de loteamentos que estão faturando alto através de parcelas de lotes que estão sendo comercializados nos quatro cantos da cidade, porém, muitos populares reclamam dos reajustes e juros altíssimos cobrados pelas empresas loteadoras.

Visando buscar uma solução para a reclamação dos populares as direções da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP) e da Câmara de Dirigentes Lojistas de Parauapebas (CDL), se uniram e irão solicitar ao Ministério Público Estadual do Pará que investigue os preços das parcelas de lotes e principalmente os reajustes que estão sendo cobrados nas mensalidades.

A decisão de cobrar do Ministério Público explicações foi tomada durante uma reunião realizada na semana passada na sede da ACIP com os diretores das duas entidades. “Não é de hoje que recebemos reclamações por parte de populares e empresários que compraram lotes em vários loteamentos. Iremos enviar ao Ministério Público um documento assinado pela ACIP e CDL para cobrarmos soluções das autoridades”, relatou o presidente da ACIP Oriovaldo Mateus.

De acordo com Rodrigo João Zanrosso, Vice-diretor de Administração e Patrimônio da ACIP, “os juros exorbitantes e ilegais que vem sendo cobrado pela Buriti Empreendimentos Imobiliários e outras empresas donas de loteamentos encarem as parcelas mensais, com risco de se tornarem impagáveis”, afirmou Rodrigo, acrescentando ainda que a Justiça precisa urgentemente dar um basta nisso, “pois essas taxas de juros são ilegais”, finalizou.

Por sua vez, Daniel Lopes, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Parauapebas, afirmou que em sua entidade várias reclamações já chegaram e que algo precisa ser feito. “Iremos assinar este documento em parceria com a ACIP para cobrarmos das autoridades competentes uma investigação sobre as denúncias de juros e preços abusivos nas parcelas dos loteamentos de Parauapebas”, afirmou.

Reportagem: Bariloche Silva

Publicado em: 27/05/2014
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